Trechos de algumas publicações que a Rede Tekoha foi notícia.
Revista Época
“Produzir em uma estrutura limitada faz parte do jogo da sustentabilidade. E, muitas vezes, encarece o preço final. Daí outro desafio desse comércio: mostrar ao consumidor o valor real do produto. Os clientes precisam endossar a ideia. “Muitas vezes os consumidores querem algo que transpareça a sustentabilidade, mas com preços de China”, diz Andressa Trivelli, diretora da Tekoha, uma empresa que vende, pela internet, produtos artesanais feitos em comunidades de todo o Brasil. “É preciso um trabalho de formiguinha para convencê-los do valor real.””
Leia a matéria completa: Direto do produtor – Empresas apostam na internet para unir clientes a fornecedores artesanais. E ainda ajudar o planeta
Exame – Pequenas e Médias Empresas
“Depois de uma viagem a uma comunidade ribeirinha da Amazônia, ele percebeu que o maior entrave para esses grupos era a comercialização. “As comunidades têm grandes riquezas, que precisam ser ‘traduzidas’ para o mercado e o artesanato é uma delas”, conta Henrique.
Com a experiência que teve em bancos, companhias e ONGs e o boom do e-commerce, ele resolveu levar os produtos da comunidade para o mundo e dar vida à Tekoha, em 2006.”
Leia a matéria completa: Tekoha fatura com artesanato brasileiro – Cases de Sucesso.
Revista: Pequenas Empresas Grandes Negócios
“Não só na divulgação de informações a Tekoha inovou. Para viabilizar a abertura do negócio, Henrique recorreu a uma fórmula inusitada: vendeu a sócios capitalistas seis cotas da empresa por dez mil reais cada uma. Em troca, eles terão direito a participação nos lucros da empresa por um período de quatro anos. Apesar disso, eles não podem interferir na gestão do negócio. Além dos R$ 60 mil obtidos com a estratégia, para fundar o negócio, o empreendedor conseguiu outros R$ 40.000 da Artemísia.”
Leia a matéria completa: Rede Tekoha – Tudo pelo social (e pelo dinheiro também)
Portal da Sustentabilidade
“A Tekoha nasceu com o objetivo de combater a pobreza promovendo a geração de renda sustentável para as comunidades. Para isso a empresa hoje trabalha com o comércio de produtos artesanais, aplicando inteligência de mercado, para aumentar a geração de renda e promover o desenvolvimento sustentável de comunidades de todo o Brasil.
Para alcançar tais objetivo a organizaçao estabelece redes de comercialização dos produtos feitos por estas comunidades, a fim de atingir os grandes centros comerciais no Brasil e no exterior. Hoje, o foco é a comercialização de brindes corporativos sustentáveis.”
Leia a matéria completa: Conheça a Rede Tekoha
NextBillion Brasil
“Sócio Fundador da Tekoha, empresa que comercializa brindes e presentes sustentáveis, Henrique está há 3 anos facilitando negócios entre empresas e comunidades. Tudo começou durante uma viagem de férias, enquanto Henrique visitava Urucureá (PA), uma comunidade ribeirinha da Amazônia. Desta visita nasceu um sonho: conectar e desenvolver diversas comunidades que antes estavam isoladas. Do desejo inicial até o modelo atual do negócio houve um grande aprendizado principalmente no estabelecimento de diálogo com as comunidades. Nesta entrevista Henrique compartilha conosco as principais lições para estabelecer uma rede de relações com comunidades.”
Leia a matéria completa: Entrevista com Henrique Bussacos, sócio-fundador da Tekoha
Caderno de Negócios
“A estratégia da empresa Tekoha, de Henrique Bussacos, 29, é montar uma rede de comunidades ligadas a projetos sociais e articular as criações para desenvolver produtos em escala que atendam principalmente o mercado corporativo.
Segundo ele, a exigência de 50% do valor final do produto para as comunidades (norma do comércio justo) impossibilita o negócio. Na outra ponta, as margens altas do mercado de artesanato não distribuem renda pois pagam pouco às comunidades. A solução foi mesclar práticas.
A Tekoha foca na comercialização e na distribuição e informa como chegou ao preço final, discernindo os custos com transporte, impostos, embalagens e seu percentual e o da comunidade. “Tira um pouco a “bombada” na margem do produto”, diz Bussacos a respeito do efeito da sua política de preço no planejamento da firma.”
Results ON
“A Tekoha, startup que comercializa produtos artesanais feitos em pequenas comunidades brasileiras, orienta constantemente seus fornecedores. Às vezes, no entanto, a comunicação é cortada por motivos muito simples, como um pé d’água inconveniente. Mesmo assim, as tentativas para entrar em contato com as associações não se esgotam: Skype, VoIP, orelhão, carta. Quando é possível, faz-se até intercâmbio. Como? A gestora Andressa Trivelli explica: “O pessoal de Mumbuca, em Tocantins, veio para um evento em São Paulo, e aproveitamos a oportunidade para dar alguns passeios. Nós os levamos ao shopping, onde mostramos a diferença de apresentação entre os seus produtos e aqueles vendidos em lojas de grife. A partir daí, eles passaram a fazer modelos variados de acessórios e aumentaram o portfólio, ou seja, novas possibilidades de vendas para nós”
Leia a matéria completa: Malabarismo para comprar melhor, com Andressa Trivelli








Tweet essa matéria!
Compartilhe no Facebook!
